terça-feira, 2 de março de 2010

Carnaval na Selva

O trajeto de lancha foi longo e enjoativo. No caminho, passamos pelo famoso Encontro das Águas e depois, paramos no Parque Janauary, onde tem as vitórias-régias gigantes e uns caboclos vendendo artesanato a um preço absurdo.

Encontro das águas. Repare que só no Rio Solimões (o de água marrom) há vegetação.


Vitória-régia


Um de meus objetivos era acampar na selva; então, como não pude pagar um Ariaú ou um Anavilhanas Lodge da vida, fiquei contente com um simples flutuante no Rio Negro (aliás, a opção mais escolhida por gringos aventureiros que vêm para o Brasil pensando que os macacos andam pelas ruas e que caçamos nossa própria comida. Os brasileiros são uns frescos e fogem desse tipo de turismo!)

Chegamos ao hotel às 13:00, e ainda teria de esperar o almoço. Já não gostei! Estava em um flutuante, tendo a disposição somente o que havia no hotel e não tinha como sair (ou seja: estava presa) e dependia dos outros pra comer! Bateu até um leve arrependimento, mas logo passou.

Hotel Flutuante


O hotel estava meio torto, e o quarto em que fiquei estava do lado mais fundo. Toda vez que ia ao banheiro, o hotel balançava.

Vista da janela do quarto


Programação do hotel


A primeira atividade após o almoço foi a pesca de piranhas. Foi o maior programa de índio, pois além de não pegar nenhuma, ainda fiquei super impaciente por passar a tarde toda sentada naquela canoa.

Alimentando as piranhas...


Na volta, vimos uma cena a qual, segundo o guia, só é possível ver em sonhos ou em filmes. Ao entardecer, as andorinhas se reúnem, cercam a floresta e descem todas juntas! É uma cena inesquecível; o som da descida é semelhante ao da chuva!

As andorinhas vão descer...


Desceram!

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